20 de maio de 2014 às 11:49h

Advogados detonam Polícia, Prefeitura de Caruaru e Judiciário em entrevista coletiva

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Apesar de não terem apresentado os prometidos áudios, os advogados dos vereadores envolvidos na Operação Ponto Final usaram artilharia pesada na entrevista coletiva desta terça-feira (20).
 
Os áudios só serão liberados quando houver autorização judicial. Autorização que os membros da defesa afirmam não ter existido para as escutas ambientais colocadas no gabinete do secretário de Relações Institucionais, Marco Casé. “Existe comprometimento da Polícia, do judiciário e do executivo nesse processo. O trabalho do delegado Erick Lessa foi horrível”, afirmou o advogado Emerson Leônidas, que defende os edis.
 
Em outro ponto da entrevista, o advogado afirmou que houve uma trama para incriminar os vereadores que faziam oposição ao prefeito José Queiroz. “Além das 700 horas de gravação, existem outras escutas que não entraram no processo. Foi uma ação política com grande participação do alto escalão da Prefeitura de Caruaru”, disse.
 
“Várias pessoas que nada tinham a ver com a investigação foram grampeadas também”, completou.
 

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