29 de julho de 2014 às 18:43h

Armando defende investimentos em saúde na Mata Sul

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Atenção básica à saúde, fortalecimento do Mais Médicos, interiorização da residência médica e restruturação do Hospital Regional de Palmares: estas foram algumas das propostas defendidas pelo candidato a governador Armando Monteiro (PTB) durante entrevista à Rádio Cultura de Palmares, na Mata Sul, nesta terça-feira 29. Armando também aproveitou para elencar os avanços que o governo da presidente Dilma Rousseff construiu no setor.
 
“Precisamos trazer a residência médica para os hospitais do interior. Esta é a melhor forma de fixar os profissionais”, destacou o candidato, acompanhado do seu vice, Paulo Rubem (PDT). Armando lembrou que outros Estados já implantaram a iniciativa. “No Ceará, já existe a residência médica no Interior. Não se pode fazer demagogia com esse tema, mas há espaço para melhor atendimento na atenção básica e melhor articulação”, asseverou.
 
Para reforçar a atenção básica, Armando entende que a parceria com o programa Mais Médicos, do governo federal, deve ser preservada e ampliada. “Dilma enfrentou esse problema com o Mais Médicos, um programa aprovado largamente pela população”, frisou o candidato. Em Pernambuco, são 640 médicos, presentes em 140 municípios. “Tenho visitado muitas áreas e vejo o quanto o povo valoriza o médico cubano.”
 
Com o Mais Médicos, na visão de Armando, é possível evitar internações. “Isso porque há orientações sobre alimentação e hábitos mais saudáveis”, afirmou o petebista.
 
Sobre o Hospital Regional de Palmares, Armando reforçou que é necessário dotar as unidades de saúde de mais equipamentos, possibilitando a ampliação da carta de serviços e especialidades. “Precisamos fazer a expansão das atividades de média complexidade no Interior. Por que não implantar o serviço de oncologia no Hospital Regional de Palmares?”, sugeriu.
 
Diante do aumento exponencial dos acidentes de motocicleta em Pernambuco, Armando propôs ainda a estruturação da rede para atendimento especializado em traumatologia. “O Estado criou a UPA Especialidades, mas eu vejo só prédio. Construir hospitais é importante, mas é preciso qualificar a rede existente”, afirmou.
 

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