21 de novembro de 2014 às 15:08h

Armando Monteiro vai assumir ministério no governo Dilma

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Do Blog de Jamildo
 
Quase um mês depois de ser reeleita, a presidente Dilma Rousseff (PT) deve anunciar na tarde desta sexta-feira (21) sua nova equipe econômica. Depois de várias reuniões com aliados, a petista deve lançar os nomes dos ministros que estarão no “centro nervoso” da política econômica. Serão anunciados os novos ministros da Fazenda, Planejamento e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O anúncio deve acontecer após o fechamento da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que acontece às 17h de Brasília (16h local).
 
Depois de perder as eleições para o governo de Pernambuco, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) será o novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
 
Mantendo boas relações com o governo federal, apesar de o partido ter apoiado Aécio Neves no plano nacional, Armando encontrou-se com Dilma nesta sexta, no Palácio da Alvorada.
 
Aliados do senador ressaltam os méritos de Armando para assumir a pasta, que tem muita interface com o empresariado brasileiro. O senador presidiu a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) entre 2002 e 2006.
 
A presidente também convocou para Brasília o ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, que está cotado para assumir a pasta. Barbosa passou a ser cogitado para o cargo depois que o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, negou o convite de Dilma, na última quarta-feira (19).
 
Nelson Barbosa é Ph.D em Economia pela New School for Social Research, de Nova Iorque. Ele foi secretário executivo do Ministério da Fazenda entre 2011 e 2013. Antes disso, já havia sido Secretário de Acompanhamento Econômico e Secretário de Política Econômica.
 
Barbosa ocupou ainda o cargo de presidente do Conselho do Banco Central e teve passagens pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério do Planejamento. Atualmente, ele atuava como professor da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
 


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