16 de janeiro de 2015 às 08:47h

Cidade das compras é lançado em Caruaru e promete estrutura com 15 mil boxes e mais de mil lojas

O lançamento do Cidade das Compras, em Caruaru, despertou o interesse de um público que lotou o teatro Difusora nesta quinta-feira (15). Telões foram colocados na parte externa para que os que não conseguiram entrar pudessem ver detalhes sobre o empreendimento.
 
O projeto é de algo tão grandioso que chega a despertar dúvidas sobre a viabilidade econômica do negócio. A dúvida é imediatamente rebatida pelos investidores com um argumento simples: quanto maior for a possibilidade de escoar a produção, dando conforto aos compradores, maior vai ser o número de visitantes. E mais, os compradores de confecção nunca se concentram em um único local. Todos acabam fazendo um roteiro que passa por Caruaru, Toritama e Santa Cruz. Quanto mais paradas e opções eles tiverem, mais dinheiro vão deixar na cidade.
 
No empreendimento lançado esta semana, chama atenção o número boxes. São 15 mil, disponíveis no sistema de aluguel. São 460 mil metros quadrados de área construída. Quase o dobro da Sulanca que terá cerca de 240 mil metros na primeira etapa de construção.
 
O sistema de comercialização é outro fator que chama atenção para o empreendimento. Acostumados a comprar o espaço onde vão comercializar, os feirantes ficaram surpresos com a possibilidade de pagarem uma taxa de meio salário mínimo e poderem utilizar o espaço para vender as mercadorias. O mecanismo é diferente e garante que todos os boxes sejam utilizados apenas por quem vai vender. Evita a especulação financeira em cima do espaço. Hoje, muita gente compra o banco na feira para alugar a terceiros e o custo do comerciante acaba se elevando.
 
A previsão é que o empreendimento fique pronto no primeiro semestre de 2017.
 

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