23 de outubro de 2015 às 10:18h

Crise econômica acirra disputa por vagas de trabalho temporária

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Do Jornal Diário de Pernambuco
 
A taxa de desemprego no segundo trimestre deste ano alcançou 8,3%, maior resultado desde 2012. Com quadros mais enxutos como forma de driblar os efeitos da crise econômica, as empresas além de demitir não contratam efetivos. Diante deste cenário, as milhares de vagas temporárias tradicionalmente abertas pela indústria e pelo comércio com a aproximação do final do ano são uma tábua de salvação para o desemprego.
 
Vagas temporárias serão abertas, no entanto, a disputa entre os candidatos para ser contratado tende a ser maior de acordo com Vander Morales, presidente da Federação Nacional dos Sindicatos das Empresas de Recursos Humanos, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserht). “As empresas no geral reduziram os quadros funcionais e por isso certamente vão precisar recompor temporariamente esta mão de obra para atender a demanda gerada pelas festas de final de ano. Porém, as efetivações, se ocorrerem, serão em menor quantidade em razão do cenário econômico pouco animador para os próximos meses”. Segundo Morales, o trabalho temporário é uma boa oportunidade para conseguir renda extra.
 
Algumas funções não costumam exigir experiência profissional, mas a demissão de pessoas qualificadas fará a concorrência por uma vaga temporária ser maior. “O desemprego é crescente e as oportunidades de trabalho se tornam mais escassas. Um candidato bem preparado certamente tem mais chances de ser contratado”, explica Maria Olinda Maran Longuini, diretora de Comunicação do Sindeprestem e da Fenaserhtt.
 

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