12 de setembro de 2013 às 15:37h

Horário de verão começa mesmo em 20 de outubro

Relógios não precisam ser ajustados no Nordeste, mas é bom ficar atento

Relógios não precisam ser ajustados no Nordeste, mas é bom ficar atento


 
Por Tatiana Nascimento/DP
 
O horário de verão deste ano começa no próximo dia 20 de outubro. Vai ser igualzinho ao ano passado, já que nenhum estado pediu para entrar ou sair. A gente não tem de mexer no relógio, mas o pessoal das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste vai viver uma hora na frente da gente até 16 de fevereiro de 2014.
 
Nesta terça, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Hermes Chipp, confirmou o início do horário de verão em um evento de energia que está rolando no Rio de Janeiro. “Gostaríamos que mais estados entrassem”, disse Chipp. Segundo ele, a queda na demanda de energia nos horários de pico fica entre 4% e 5% com a adoção do horário de verão.
 
Apesar de a gente não ter de adiantar as horas por aqui, algumas coisas mudam. E não é só o horário da TV. As agências bancárias que NÃO estão localizadas no Grande Recife, por exemplo, deverão abrir e fechar uma hora mais cedo. A Federação dos Bancos (Febraban) ainda não confirmou, mas é o que deve acontecer.
 
O horário das provas dos concursos públicos federais também muda. Os candidatos que farão provas em lugares onde não há horário de verão terão de se guiar pelo horário de Brasília. Se o “horário de Brasília” for 8h, a prova começará aqui às 7h. E quem comprou passagem aérea para viajar durante este período deve confirmar a hora dos voo com a companhia.
 
Hermes Chipp destacou a importância da adiantada dos relógios porque as térmicas do Nordeste estão ligadas. Os reservatórios estão baixos e as usinas devem permanecer em funcionamento durante o mês de setembro. Em outubro haverá uma avaliação do comitê de monitoramento.
 
“Com alta demanda e térmicas ligadas, o horário de verão é muito importante. Vai dar um ganho no período que é importante, no verão”, disse Chipp. Ele também disse que a operação das térmicas no Nordeste já gerou uma conta de R$ 200 milhões. E todos os brasileiros, de Norte a Sul do país, vão pagar essa conta.
 

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