12 de setembro de 2014 às 16:43h

Ibope: Dilma tem 39%, Marina, 31%, e Aécio, 15%

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O Instituto Ibope divulgou nesta sexta-feira (12) sua nova pesquisa de intenções de voto para presidente da República, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
 
Na pesquisa estimulada, Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, aparece com 39% da preferência do eleitorado, Marina Silva (PSB) tem 31% e Aécio Neves (PSDB) registra 15%. Pastor Everaldo (PSC) está com 1%, enquanto os demais candidatos somados têm menos de 1%.
 
No levantamento divulgado na semana passada pelo Ibope, Dilma tinha 37%, Marina, 33%, e Aécio, 15%. Pastor Everaldo registrava 1%, enquanto os outros candidatos somados acumulavam 2%.
 
A Taxa de indecisos continua em 5%, e a de quem pretende votar em branco ou nulo passou de 7% para 8%.
 
Na simulação de segundo turno, Marina ainda leva ligeira vantagem em relação à Dilma, mesmo com todo ataque que vem sofrendo da petista no rádio e na televisão.
 
Marina tem agora 43% das intenções de voto e Dilma, 42%, cenário considerado de empate técnico. Na semana passada, Marina tinha 46% e Dilma, 39%. Quando o candidato é Aécio, Dilma tem 48% contra 35% do senador. E Marina venceria Aécio por 51% contra 27%.
 
Em relação ao índice de rejeição, 42% disseram que não votariam de jeito nenhum em Dilma, contra 31% da pesquisa anterior. Segundo o levantamento, 35% não votariam em Aécio – era de 18%. O índice de rejeição de Marina passou de 12% para 26%.
 
A pesquisa avaliou ainda o desempenho do governo Dilma. Houve uma melhora em relação à sondagem anterior. O índice de aprovação, a soma de “bom” ou “ótimo”, passou de 36%, no levantamento divulgado em 3 de setembro, para 38%.
 
O número dos que desaprovam o governo, aqueles que o consideram “ruim” ou “péssimo”, é de 28% (26% no levantamento anterior). Consideram o governo “regular” 33% – tal número era 37%.
 
De acordo com o levantamento, 48% aprovam o jeito de Dilma governar, enquanto 46% desaprovam.
 
Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme determina a lei, a pesquisa ouviu 2.000 eleitores em 137 municípios entre os dias 5 e 8 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
 

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