13 de dezembro de 2013 às 07:36h

Investigação sobre morte do promotor está indefinida dois meses depois

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Crime que chocou o Estado e gerou repercussão nacional, o assassinato do promotor Thiago Faria Soares, 36 anos, completa dois meses de indefinição. Os laudos ainda não ficaram prontos, a reconstituição não foi feita e o suspeito de ser o mandante do homicídio segue foragido. A delegada Josineide Confessor, responsável pelas investigações, disse que até amanhã vai solicitar ao Ministério Público a prorrogação do prazo para conclusão do inquérito, que se encerra segunda-feira.
 
“Ainda não temos previsão de conclusão. Vamos pedir uma nova dilação de prazo, até porque os laudos não chegaram”, declarou Josineide, que não deu maiores detalhes sobre o andamento do inquérito, uma vez que as investigações correm em sigilo absoluto. O secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, minimizou a demora na apuração. “Temos o atirador preso e o mandante foragido”, disse.
 
O agricultor Edmacy Cruz Ubirajara, 47, está preso no Centro de Triagem de Abreu e Lima (Cotel), acusado de ser o autor dos disparos que mataram o promotor. O fazendeiro José Maria Pedro Rosendo Barbosa, 53, suposto mandante, continua foragido.
 

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