15 de junho de 2017 às 09:24h

Ministério analisa liberação de R$ 1,1 milhão para segurança de Igarassu

(Foto: Ana Luisa Souza)


 
A Prefeitura de Igarassu está pleiteando R$ 1,1 milhão para reforçar da segurança pública no município. Os recursos são Fundo Nacional de Segurança Pública e justificados pela inclusão de Igarassu na listada das 30 cidades mais violentas do país no Atlas da Violência 2017, divulgado recentemente pelo Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas).
 
A solicitação foi feita pelo senador Armando Monteiro (PTB-PE), em audiência nessa quarta-feira (14), no Ministério da Justiça, onde esteve acompanhado do prefeito Mário Ricardo (PTB), que entregou o projeto de convênio. “Temos um olhar especial para os municípios”, assinalou Levi. O Atlas da Violência 2017 apontou uma taxa de 69,4 mortes por 100 mil habitantes/ano em Igarassu, o que equivale a mais de uma morte por semana.
 
‘É um quadro dramático”, diagnosticou Armando ao secretário-executivo do Ministério da Justiça. Assinalou o senador petebista que o Pacto pela Vida retrocedeu em Pernambuco, que tem perspectiva de registrar seis mil homicídios este ano, índice maior, em ternos absolutos, do que todo estado de São Paulo, cuja população é mais de 4,5 vezes superior à pernambucana.
 
O projeto de convênio entregue por Mário Ricardo ao secretário Nacional de Segurança Pública, general Santos Cruz, que participou da audiência, prevê a implantação de uma central de inteligência e monitoramento municipal, ao custo de R$ 420 mil; aquisição de viaturas, com gastos previstos de R$ 361 mil, e compra de tasers e coletes para a guarda municipal de Igarassu, com despesas estimadas de R$ 334 mil. “São recursos modestos, mas essenciais,  que a prefeitura não dispõe”, argumentou Mário Ricardo.
 

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